Caminhão não foi identificado
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segunda-feira, 26 de março de 2001
De Curitiba 
O presidente da Ecovia, Ademar Rodrigues Alves, disse que a empresa ainda não sabe quem fez o despejo do produto, mas que já encaminhou as amostras de água e solo coletadas ao Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) para apurar a responsabilidade do crime ambiental. Através dos resultados, informou, será possível saber quem transportava o óleo. A estimativa é que o resultado seja divulgado na próxima quinta-feira.
Técnicos da Ecovia que estiveram no local e preferiram não se identificar disseram que o óleo é transportado por caminhões especiais, que suportam cerca de 25 mil litros da substância. A estimativa é que quase cinco mil tenham sido despejados no córrego e levado pela correnteza aos afluentes do Rio Nhundiaquara. Os técnicos suspeitam de que o produto tenha sobrado de uma descarga no Porto de Paranaguá e tenha sido eliminado porque os caminhoneiros não podem voltar para transportadora com o veículo carregado.
Esta é a primeira ocorrência do gênero desde que a Ecovia assumiu a administração do trecho, em 1998. No dia 16 de fevereiro, no entanto, a região foi afetada pelo vazamento de 50 mil litros de óleo de um poliduto da Petrobrás. (K.M.) .


