Câmeras protegem casa de acusado
Os mais de R$ 10 mil encontrados ontem à tarde na casa de Júlio Celino dos Santos Filho, foram apenas um dos detalhes que fizeram os policiais desconfiar se ele era mesmo um servente de pedreiro, como dizia ser. Logo na entrada da residência uma das únicas da rua com muro e portão altos inibindo a mínima visão do interior , havia um interfone e uma microcâmera.
As duas peças fazem parte de todo um sistema interno de câmeras que anuncia quem chega e quem circula pela casa. Escondidas em pontos distintos, pelo menos 20 fitas VHS identificadas com a palavra ''Asão'' foram levadas pela polícia, além de um número relativamente grande de aparelhos eletro-eletrônicos novos entre os quais, três videocassetes, duas televisões, um forno microondas e três aparelhos de som.
Segundo o delegado-adjunto da 10 Subdivisão da Polícia Civil (SDP), Jorge Barbosa, o material foi levado para apurar se não se tratava de pagamento do tráfico de drogas. Santos Filho foi levado para a 10 SDP, mas até o fechamento desta edição, o depoimento ainda não havia terminado.





