A liberação de alvarás para os 220 camelôs da Avenida São Paulo está condicionada à sua transferência para o chamado Shopping Popular, idealizado pela prefeitura. Condição essa que deixou ainda mais apreensivos os ambulantes que correm contra o relógio para regularizar a sua situação até o dia 30 de julho, prazo limite dado pelo Ministério Público Federal em Londrina. Segundo a representação dos ambulantes, a maioria – mais de 90% – já dispõe do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), mas só poderão emitir nota fiscal após a liberação do alvará pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanismo (CMTU). Segundo o presidente da CMTU, Wilson Sella, liberar o alvará para os ambulantes neste momento implicaria em mais custos para a categoria, já que teriam que requerer uma outra licença a partir do momento em que fossem transferidos de local.

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