Camelôs querem ajuda para pagar água e luz
Enquanto se discute a venda de produtos ilegais no Shopping Popular, alguns camelôs se queixam que não estão vendendo suficiente e dizem que não vão ter dinheiro para pagar o condomínio, de cerca de R$ 90. Vários prometem voltar para as ruas. Segundo a presidente da Acal, Cleuza Maria da Silva, os camelôs do piso superior estão se sentido prejudicados porque o movimento seria menor. ''Tem gente que não está fazendo nem R$ 3 por dia'', afirmou. De acordo com ela, a ONG Canaã deve pedir que a Câmara de Vereadores ajude no pagamento da água e luz. ''Acho que é o único jeito de não sairem daqui, já que nem alvará a gente tem''.
A assessoria de imprensa da CMTU disse os alvarás não serão fornecidos enquanto os camelôs não apresentarem a lista dos proprietários das bancas. De acordo com ela, os nomes serão cruzados com a que se encontra em poder da CMTU e somente aqueles que constarem nas duas vão receber os alvarás. Os outros terão que sair. Quanto a questão do condomínio, a CMTU disse que é uma questão interna das associações dos camelôs e que o Município não vai interferir. Sobre a questão da pirataria, a assessoria limitou-se a dizer que não é da alçada da CMTU.





