Um grupo de vereadores de Londrina deve agendar ainda esta semana uma audiência em Curitiba com a administração da ParanáPrevidência. Em pauta, está a ação de despejo da instituição contra a escola Presipe, voltada a alunos de jardins I e II. A decisão foi tomada na sessão de ontem à tarde, quando representantes da Associação de Pais e Mestres (APM) da escola e do Núcleo Regional de Ensino (NRE) falaram sobre o caso.
A Presipe foi criada há 25 anos para atender prioritariamente alunos de servidores públicos estaduais. A situação começou a se agravar no fim da década de 90 e nem o regime de cooperativa que foi adotado evitou que a ParanáPrevidência entrasse com pedido e conseguisse a reintegração de posse do prédio. O prazo determinado pela Justiça para a desocupação venceu no 30. Pai de um dos 20 alunos da cooperativa e membro da APM, Vílson Machado disse que aguarda não só mobilização por parte da comunidade, como maior ''engajamento do poder público''.
O chefe do NRE, Rony dos Santos Alves, afirmou que à Secretaria Estadual de Educação cabe apenas fazer a ParanáPrevidência repensar sobre a ação de despejo. ''Se essa questão for resolvida, pode ser que aumentemos a turma para até 120 alunos em perceria com a Prefeitura'', disse. Segundo a secretária municipal de Educação, Carmem Sposti, a medida até pode ser viável, mas se extinto o caráter de cooperativa. ''Por questões legais.''

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