Câmara de Maringá contrata serviço de segurança particular
A Câmara de vereadores de Maringá vai pagar R$ 3.920,00 até o final do ano para uma empresa particular garantir a segurança nas sessões, depois de dois tumultos em uma semana. Oito homens treinados vão acompanhar a entrada das pessoas nas galerias e no plenário. A segurança dos 21 vereadores vai custar R$ 280,00 por sessão. A decisão de contratar a empresa aconteceu depois que estudantes tentaram entrar nas galerias pela porta de acesso ao plenário, na última terça-feira.
Na semana passada, uma solenidade com 119 representantes de prefeituras do Norte e Noroeste do Estado foi cancelada depois que a Câmara foi tomada por servidores grevistas. ''Queremos apenas manter a ordem e prevenir incidentes'', explicou à Folha o diretor do Legislativo, Jaime Dalagnol. Os seguranças vão apenas acompanhar as sessões, que são realizadas terças e quintas-feiras.
Inicialmente, a intenção era de contratar também detectores de metais para a entrada de visitantes. ''O custo do equipamento é muito alto'', alega o diretor. Mesmo assim, uma viatura da Polícia Militar vai estar presente nas proximidades da Câmara sempre que houver sessão. A direção da Câmara decidiu também ''cumprir o regimento interno''. A principal mudança é a proibição das pessoas entrarem nas galerias com roupas inadequadas ou portando faixas, bandeiras e cartazes. O receio é que os cabos de madeira ou plástico das faixas sirva de arma.





