Não é só o ciclista que tem o risco como parte da rotina ao circular por Londrina. Quem anda a pé também precisa estar atento com as armadilhas das calçadas irregulares espalhadas por toda a cidade. As áreas de trânsito dos pedestres também foram alvo de pesquisa do Ippul.
As dificuldades enfrentadas pelos pedestres são ainda piores para deficientes físicos, mães com carrinhos de bebês e carrinheiros em geral. O sorveteiro Sebastião Nicolau dos Santos, 47 anos, é um dos que sofrem com a má conservação. ''Tem muito lugar quebrado por aí. Aqui na Zona Norte ainda não está tão ruim. No Centro é pior. Acho que a culpa é da prefeitura e dos donos do terrenos, que deveriam dar um jeito nas calçadas'', cobrou.
Funcionária de loja de cosmésticos, Simone Miranda, 27, disse que já perdeu as contas do número de sapatos que perdeu quebrados em buracos na Área Central de Londrina. ''É um sapato por mês. Não dá para andar de saltinho no Centro'', disse. (F.R.F.)

mockup