A Polícia de Nova Esperança (35 quilômetros de Maringá) abriu inquérito para apurar a responsabilidade na morte de sete novilhos de propriedade do fazendeiro Virgílio Fioravante Neto. Os animais foram encontrados mortos no pasto, com parte das vísceras dilaceradas. Os ataques aos novilhos começaram no último dia 6 de junho e segundo o fazendeiro foram feitos durante o dia.
Dois cães, uma fêmea da raça dog alemão e um macho da raça pastor alemão são apontados por Fioravante Neto como os responsáveis pelos ataques e morte dos novilhos. Os cães pertencem ao empresário Milton Morimitzo. O pai de Milton, o empresário Teruak Morimitzo disse ontem à Folha que há cerca de seis meses os cães atacaram e mataram uma vaca, um novilho e um bode de dois proprietários rurais da região. Morimitzo afirmou que o filho já reparou os danos aos donos dos animais mortos.
Sobre o ataques das sete novilhas pertencentes a Fioravante Neto, Morimitzo disse que não tinha conhecimento. ‘‘Mas não sou contra o sacríficio dos cães pelos proprietários que estão tendo os animais atacados’’, ressaltou.
O fazendeiro Fioravante Neto conseguiu reunir quatro testemunhas que viram os cães atacando as novilhas. Segundo ele, os cães atacavam uma novilha e quando percebiam alguém no pasto fugiam e retornavam no dia seguinte para atacar outro animal. A distância entre a fazenda de Fioravante Neto e a propriedade rural do empresário Milton Morimitzo é de aproximadamente cinco quilômetros. ‘‘Os cães passaram por outras propriedades rurais que têm animais no pasto, mas o ataque às minhas novilhas ocorreu porque os animais são pequenos’’, disse.

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