•CADEIA PÚBLICAUma das grandes reivindicações de Londrina é a conclusão da obra, que está sendo erguida em um terreno na zona sul e que, inicialmente, estaria terminada em agosto deste ano. Mas as obras estão praticamente paralisadas ‘‘devido à crise financeira e econômica que se abateu no Brasil e chegou ao Paranᒒ, justificou o secretário. Ele explicou que existem recursos previsto no Orçamento para esta obra, mas a cadeia foi paralisada por uma ‘‘questão de cautela’’. Não há previsão de quando a obra será retomada. ‘‘Tão logo haja estabilidade na economia’’, resumiu.
•EFETIVO POLICIALO número de policiais civis é insuficiente, reconhece o secretário. Para solucionar o problema, Martins falou do concurso realizado ano passado e que empregará 742 novos policiais no Estado. Para a 10ª Subdivisão Policial de Londrina, formada por 17 municípios, virão 40 investigadores e 16 escrivães. Mas os candidatos ficarão entre quatro a seis meses na Escola de Polícia para, somente depois, serem contratados. Na PM, destacou o secretário, não há déficit. Há um soldado para cada 470 habitantes. ‘‘Londrina é a cidade do Estado mais bem atendida em termos de recursos humanos’’, disse.
•IMLOliveira explicou que existe a proposta de terceirizar alguns trabalhos burocráticos para resolver o problema no Instituto Médico Legal (IML) e em alguns setores da delegacia, o que colocaria mais policiais na rua. Mas não há data definida para isso. ‘‘Telefonistas, motoristas e atendentes não precisam necessariamente ser policiais’’, ressaltou.
•DESCENTRALIZAÇÃOO delegado-geral da Polícia Civil, Newton Tadeu Rocha, disse que a Divisão de Polícia do Interior do Paraná deverá ser descentralizada em pelo menos quatro unidades, sendo que a sede de uma delas ficará em Londrina. Segundo ele, o projeto será mostrado ao secretário de Segurança Pública e ao governador Jaime Lerner até o final do mês. Rocha explicou que, com a descentralização, as reclamações das delegacias chegarão com mais facilidade e agilidade ao comando.

mockup