Dia 14 de novembro, o senador Eduardo Azeredo admitiu que em nome do consenso deve retirar do texto o dispositivo que prevê o cadastro para a identificação dos usuários da rede. O senador afirmou que esse ponto será discutido posteriormente, em outro projeto de lei específico.
A aprovação do projeto sem o cadastro foi defendida por representantes da sociedade civil, pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal. De acordo com eles, a medida seria praticamente inócua no combate aos crimes cibernéticos. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), por outro lado, defende a identifiação como forma de combater crimes financeiros. (Agência Câmara)

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