Simone GirotoServiço reestruturadoMulher é examinada num posto de saúde da periferia depois de ser cadastrada no programaCAMPO MOURÃO - A secretaria de Saúde da Prefeitura de Campo Mourão está gastando cerca de R$ 5 mil por mês somente em medicamentos para atender pessoas cadastradas num programa para hipertensos. O trabalho é antigo, mas começa a ser reestruturado. Para ser ‘‘fichado’’ no cadastro, nem é preciso pedir. Basta procurar qualquer um dos postos de saúde que o cadastramento é automático.
‘‘Assim que constatamos que a pessoa tem problema de hipertensão, ela passa a ser acompanhada frequentemente’’, explica a enfermeira Yara Kazue Kamogari. O acompanhamento varia de acordo com a necessidade do caso. Pode ser mensal, semanal e até mesmo diário.
Os casos de urgência são atendidos pelos médicos disponíveis nos postinhos, mas o programa se encarrega de agendar, também automaticamente, uma consulta com um médico especialista no assunto.
O programa é mantido com recursos da Prefeitura e do Sistema Único de Saúde (SUS), oferecendo seis medicamentos para o controle da doença. O trabalho também é desenvolvido no Lar dos Velhinhos Frederico Ozanan e no Centro de Convivência do Idoso.

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