Burocracia impediu agilidade na compra
As lesões provocadas pela bala na coluna do soldado Jorge Kobayashi exigiram a compra de uma prótese importada para o PM. Segundo Vera Rubbo, os médicos da Santa Casa informaram que só com este equipamento, associado a tratamentos auxiliares, o soldado terá chances de recuperar o movimento das pernas. O valor, no entanto, é justamente o que pode inviabilizar o apoio financeiro do FAS-PM à família de Kobayashi.
Segundo o major Sérgio Dalben, do comando de operações do 5º Batalhão de Londrina (5º BPM), o fundo já foi comunicado da necessidade do custeio da prótese. Como qualquer compra realizada pelo Estado, a burocracia impediu que a aquisição fosse feita antes da operação para retirada da bala.
''O FAS-PM fez um orçamento de R$ 11 mil, preço equivalente ao de um equipamento similar nacional. Acredito que a ansiedade da família em resolver o problema tenha apressado as coisas'', comentou o major. ''A liberação deve ocorrer em breve'', completou, sem determinar prazos. ''A operação já aconteceu há quase 10 dias. Esperamos que o FAS-PM libere os recursos o quanto antes.'' (A.M.)





