O ministro Raimundo Britto conferiu ontem pessoalmente o resultado do que é classificado como o pior acidente que afetou o sistema de energia elétrica do País em todos os tempos.
O ministro ouviu relatos de engenheiros de Furnas sobre os trabalhos em andamento. João Carlos Ribeiro disse que nenhum componente das dez torres será reaproveitado - cada uma das que serão instaladas custará cerca de R$ 130 mil. Quatro delas estarão prontas sábado, quando um dos circuitos voltará a operar. Duzentos homens estão trabalhando diuturnamente.
Depois de sobrevoar o ‘‘linhão’’ em companhia de dirigentes de Furnas, Itaipu e Eletrobrás em dois helicópteros, o ministro pediu aos técnicos que, ‘‘se possível, adiantem o cronograma’’. Britto também inspecionou o ‘‘linhão’’ a pé, no horário do almoço. ‘‘A população de onze Estados depende de vocês para a energia’’, disse aos operários.

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