'Bono' circula calmamente entre convidados da festa
A fama de violento dos cães pittbull é desmistificada pelo comerciante londrinense Pedro Henrique Fadel, 21 anos. Há pouco mais de um ano criando Bono, um pittbull branco, adquirido em São Paulo (SP), afirma que a convivência do animal com familiares e amigos é pacífica. Tudo depende de como você cria o animal. Quando fazemos festa em casa o meu cão circula tranquilamente entre os convidados, sem agredir ninguém, assegura.
Bono foi comprado ainda filhote. De acordo com Fadel, o cão foi adestrado para obediência, procurando um companheiro, e não um animal para ataque. A explicação para isso está que todo cachorro é bravo por natureza, não devendo incentivá-lo a ser mais bravo.
Em casa, Pedro Fadel possui ainda um vira-lata que convive pacificamente com Bono. Até recentemente ele tinha um rottweiler, considerado mais bravo. Acabou doando. No sítio da família, há outros quatro cães de grande porte. Mas assegura que são todos mansos, companheiros. O Bono eu comprei durante uma viagem a São Paulo porque achei bonito. A pelagem clara e o porte médio me chamaram a atenção. A mãe dele também era mansa. Tudo depende mesmo da educação, ressaltou.
Ele se diz chateado com a propaganda negativa intensificada com as notícias de cães atacando as pessoas, principalmente os pittbull. Agora, o meu animal paga pela fama de alguns cães e o erro de pessoas irresponsáveis que querem um animal violento, desabafa. Para ele, os proprietários destes animais devem ser pessoas violentas e que transmitem suas personalidades para os cães. Por isso, devem responder pelos atos dos cães. (A.S.)





