O 5º Grupamento de Bombeiros de Maringá ainda não recebeu cerca de 30% dos recursos gerados pelo Funrebom durante o ano passado. O dinheiro do fundo, recolhido no município e repassado aos bombeiros, é utilizado para melhorar os equipamentos utilizados principalmente no combate a incêndios. Os valores são lançados junto com o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e pago por empresas pela taxa de vistoria, realizada pelos soldados da corporação.
O atraso no repasse, segundo o primeiro-tenente Gilberto Gavlovski, não compromete a segurança da população. ‘‘Apenas não estamos conseguindo melhorar a frota de veículos e equipamentos de combate a incêndio, que tem uma média de oito anos’’, informa. Ele explica que existem seis viaturas que atuam exclusivamente no combate a incêndio, espalhadas nas cinco unidades do grupamento de Maringá.
Ele esclarece que os recursos gerados em Maringá foram investidos em setores de maior prioridade. O prédio que vai abrigar o setor operacional e o Siate, no quartel central, está em fase de acabamento.
O grupamento construiu ainda um tanque de mergulho para treinamento e uma nova unidade na zona Sul da cidade. ‘‘Além disso recebemos equipamentos do Siate e de segurança pessoal de última geração do governo do Estado, o que garante uma atualização em termos de busca e salvamento’’, observa.
Gavlovski lembra ainda que o grupamento mantém um programa de prevenção de incêndio, que orienta boa parte dos moradores durante todo o ano. A prefeitura garante que todos os recursos atrasados e recolhidos este ano pelo Funrebom serão repassados ao 5º Grupamento até o final do mês.

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