Boca-de-lobo no Violin não resiste nem às chuvas mansas
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sábado, 21 de junho de 1997
Adriana De Cunto Londrina 
Mário CesarNo AeroportoElizabeth Mussalan: água empossada na frente da casa acaba provocando rachaduras nas paredesToda vez que chove é o mesmo problema no entroncamento da rua Pica-Pau com Martin Pescador, no conjunto Violin, zona norte de Londrina. A boca-de-lobo não consegue dar vazão a toda a água que desce e o local fica alagado. Os moradores reclamam que não adianta desentupir o bueiro, porque na chuva seguinte o problema persiste. Pode até ser uma chuva mansa, que vai alagar do mesmo jeito, diz Cesar Troncoso, parente de moradores da rua Pica-Pau.
A boca-de-lobo fica em uma baixada e, segundo os moradores, a terra e a sujeira do bairro acabam descendo e caindo no bueiro. É um perigo para pedestres e até para os carros, que podem ficar atolados, avisa Troncoso.
A chuva também vem causando grande dor-de-cabeça para os moradores do número 391, da rua Gago Coutinho, bairro Aeroporto (zona leste). Segundo a dona da casa, Elisabeth Fernandes Mussalan, a água da chuva fica empossada na calçada da frente e acaba se infiltrando no terreno, provocando rachaduras nas paredes. Ela diz que já procurou a Prefeitura, mas que até agora ninguém tomou providências para resolver o problema.
O diretor do Departamento de Obras e Viação da prefeitura, Fernando Carvalho Farah, não sabia das rachaduras causadas pela infiltração da água da rua na casa da família Mussalan. Ele disse que iria estudar uma solução com os engenheiros da Prefeitura.
Farah informou também que iria até o Violin na segunda-feira para checar a boca-de-lobo instalada no entroncamento das ruas Pica-Pau e Martin Pescador. Ele lembra que é comum o entupimento dos bueiros porque a população deixa que os lixos se acumulem no local. Diante de qualquer problema com bocas-de-lobo, a população pode ligar para o telefone 323.4080.


