Blitz apreende produtos piratas
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 05 de agosto de 2005
Andréa Lombardo<br>Equipe da Folha 
Curitiba Pelo menos 30 lojas e 10 pontos de venda de camelôs, no Centro de Curitiba, foram vistoriados na manhã de ontem, em operação de combate à pirataria, deflagrada pela equipe do 1º Distrito Policial (DP). Os produtos, com indícios de irregularidades, foram apreendidos. Ninguém foi preso, mas os donos dos estabelecimentos serão chamados a depor e poderão ser indiciados por descaminho (comércio de produtos sem origem comprovada), sonegação fiscal e violação do direito autoral, no caso de mercadorias sem registro de marca ou patente.
Segundo informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Segurança Pública, a blitz resultou na apreensão de mais de 400 peças de roupas a maioria camisetas, shorts e agasalhos de times de futebol; mais de mil CD's e DVD's; 150 fitas e controles de videogames; acessórios de informática e brinquedos. Vinte e três policiais, divididos em 10 equipes, participaram da operação.
O delegado do 1º DP, Paulo Padilha, disse que a operação se estenderia pela tarde de ontem, mas depois da divulgação nos telejornais, no horário do almoço, os policiais não encontraram mais nenhuma irregularidade. Ele acredita que os lojistas tenham recolhido as mercadorias pirateadas.
De acordo com Padilha, o objetivo da operação, que precedeu o Dia Nacional da Pirataria (8 de agosto), era justamente de conscientizar comerciantes que a venda de produtos falsificados é um crime de contravenção. O propósito é de alertar, também, os consumidores para que não adquiram esse tipo de mercadoria, que além de serem ilegais, são de segunda linha.
Apreensão Três homens foram presos, em flagrante, na noite de anteontem, em Curitiba, com 550 gramas de cocaína e 250 gramas de crack, que seriam suficientes para transformar em aproximadamente duas mil pedras da droga. A operação foi deflagrada por policiais militares que atuam na Promotoria de Investigação Criminal (PIC). Frankis Cleinton Moraes, Marco Aurélio Adriano da Silva e François Mathieu Ramaglio também portavam um revólver Taurus, munição calibre 20, duas balanças de precisão e R$ 5 mil em dinheiro.


