'Big brother' inspira prédio comercial
Comuns em quase todos os edifícios, as câmeras continuam sendo uma das principais ferramentas contra invasores. Num dos prédios mais vigiados de Londrina, o Twin Towers, aproximadamente 140 câmeras monitoram os passos de todo mundo que entra ou sai de uma das duas torres.
O administrador do condomínio, Marcelo Ortega Massambani, conta que as câmeras filmam os acessos dia e noite, corredores, garagem, elevadores e hall de entrada. Monitoram até os arredores do prédio, localizado na Avenida Tiradentes (Zona Oeste). ''Segurança é um quesito muito importante para nós. Dos três últimos clientes que escolheram o edifício, dois afirmaram que decidiram por causa do nosso sistema de segurança'', garante Massambani.
Mas as câmeras não são a única forma de monitoramento do edifício. Cada um dos mais de 400 funcionários das 30 empresas instaladas no endereço possuem um crachá que libera o acesso apenas em horários pré-definidos. Além disso, as salas também contam com leitores biométricos para acionar a porta de entrada. Para quem não é funcionário, a liberação é feita na portaria de cada torre. Os porteiros fotografam e coletam os dados pessoais do visitante e qual empresa ele pretende ir. Só depois o acesso é permitido. Fora isso, o condomínio conta com vigilantes 24 horas por dia. No hall, um vigia armado se encarrega da segurança. As portas também possuem alarme anti-arrombamento.
Tudo isso, claro, tem um custo. Conforme Massambani, são gastos cerca de R$ 35 mil mensais para manter o sistema em perfeito funcionamento. Para os condôminos, o custo representa por volta de 15% do valor do condomínio, que é de R$ 5 por metro quadrado. (L.A.)





