BIBLIOTECAS ESCOLARES - Recantos de prazer nas escolas
Durante muito tempo as bibliotecas escolares foram sinônimo de
salas apertadas, desconfortáveis e quentes, destino dos alunos indisciplinados punidos. Hoje, porém, as direções das escolas buscam fugir dessa armadilha e transformar as bibliotecas que não podem ser meros depósitos de livros em áreas agradáveis. Um refúgio que seja espontaneamente procurado pelos estudantes.
Uma forma de atrair as crianças e jovens para perto das letras é ter um acervo atualizado e selecionado, combinado com um ambiente agradável. Desde que tomados certos cuidados, as obras em voga, como os best-sellers, podem ser uma alternativa para incentivar o hábito da leitura entre os alunos. A bibliotecária Aparecida Lourenço Rodrigues, responsável pelo acervo da Escola Estadual Paulo Freire, no Jardim Piza (Zona Sul de Londrina), argumenta que a medida é válida para para incentivar o hábito da leitura, mas é preciso que se faça também a orientação sobre pesquisas, desde a indicação de bibliografia até a busca de informações na internet.
A importância da biblioteca escolar é ainda maior nas regiões em que as crianças e jovens não têm outra forma de acesso aos livros. Uma pesquisa divulgada no site do Senado Federal no início de março indica que só há livrarias em 30% dos 5.564 municípios brasileiros.
Outro dado preocupante é a média de leitura. Estudos indicam que o brasileiro lê, em média, 2,5 livros por ano. Nos Estados Unidos, o número sobe para 10 obras anuais e em países como Suécia e Dinamarca, para 15.
Refere-se à expressão de língua inglesa para indicar os livros mais vendidos no mercado editorial. Um livro best-seller é considerado literatura de massa e inclui necessariamente o consumo
Foi um educador brasileiro que destacou-se por seu trabalho na área da educação popular voltada para a escolarização e formação da consciência crítica (pedagogia crítica)
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





