‘‘Eles disseram: sua vagabunda, você vai dizer por bem ou por mal. Se não falar, 16 policiais vão te comer’’. Sobre as pressões que teria sofrido de policiais para admitir a culpa
‘‘Ele era baixo, de nariz afilado e sombrancelhas escuras’’. Sobre um dos policiais que a teriam estuprado
‘‘Policiais militares e federais invadiram nossa casa. Identifiquei que eram policiais pelo colete preto’’
‘‘Fui jogada na cama e arrancaram minha roupa’’
‘‘Levei um soco e desmaiei. Não sei dizer o que aconteceu depois. Quando acordava entre um desmaio e outro, ouvia barulho dos homens no quarto e música alta’’
‘‘Nunca menti em nenhum depoimento. Sempre disse que fui estuprada e que conhecia Osvaldo Marcineiro’’

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