Em 1986, um grupo de pais que buscava ajuda profissional para os filhos autistas decidiu criar, em Londrina, a Associação de Proteção ao Autista (APA). Seis anos depois, surgiu a escola da APA. Isso só foi possível quando os pais conseguiram uma verba municipal de R$ 3 mil. Atualmente, 16 alunos, entre seis e 30 anos de idade, são atendidos pela escola. Segundo a presidente da APA, Irinê Pereira Lima, a fila de espera por uma vaga é grande, mas devido a falta de verbas e de um espaço mais adequado, não há condições de ampliar o atendimento - que é gratuito. ''Precisamos de ajuda'', diz.
Com o valor que a APA recebe mensalmente da prefeitura é pago o salário de cinco monitoras, fonoaudióloga, psicóloga, secretária, aluguel da casa, luz, água, telefone e a alimentação dos alunos. Conforme Irinê, o atendimento especializado, com todos os cuidados necessários para o desenvolvimento de um autista, custaria em torno de R$ 1.200 por mês por criança.
Para ajudar a APA, será realizado hoje, um bazar beneficente, na sobreloja do Twin Business Towers, na Avenida Tiradentes, 501, das 10 às 19 horas. Estarão sendo comercializados roupas, artigos para casa, perfumes, semi-jóias, telas e outros, e 10% do valor arrecadado será destinado à associação. A entrada é um quilo de alimento não perecível que será doado para a entidade.
Quem quiser ajudar a escola também pode entrar em contato pelo telefone (043) 3334-3533.

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