O caso envolvendo organizações internacionais e supostas doações ilegais ganhou destaque nacional depois que termos de transferências foram barrados no Banco Central. Somente a Country Squire, empresa cuja representação da Região Sul está sob os cuidados de Osni Ferreira e da filha dele, Sarah Priscila, estaria destinando ao Brasil US$ 840 milhões. Mesmo não havendo provas que confirmem a origem ilegal do dinheiro, as doações foram parar no Ministério Público Federal para serem investigadas. O Banco Central suspeita que as doações funcionariam como ''lavanderia'' de organizações criminosas.

O nome do pastor foi citado porque o site da empresa canadense (www.countrysquire.to) indica Sarah e o pai como contatos em Londrina, informação negada inicialmente por Ferreira, que atualmente vive nos Estados Unidos. O presidente da empresa, John L. Samcoe, enviou correpondência ao BC negando qualquer irregularidade e deixou claro que continua interessado em ''manter o projeto na cidade de Arapongas''. (E.D.)

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