Bancário precisou de desfibrilador
Curitiba - Foi por causa da arritmia que o bancário aposentado Homero Roiek, 56 anos, precisou implantar no peito, um cardioversor desfibrilador. O aparelho emite descargas elétricas para regular as batidas do coração. A arritmia apareceu em 2000, uma década após o infarto dele. O principal sintoma era a taquicardia. A aceleração dos batimentos pode provocar a morte súbita se não for tratada.
Na época do infarto, Roiek fumava cinco carteiras de cigarro por dia, comia carne gordurosa com frequência, apresentava altas taxas de colesterol e não praticava exercícios. "Era um domingo à tarde quando senti uma leve dor no peito. Achei que era do cigarro. À noite, eu infartei de vez e pensei que fosse morrer", relata.
Hoje, está no segundo aparelho e mantém uma dieta controlada e visitas constantes ao médico. "Como na minha cidade (Prudentópolis) não tem tratamento cardiológico, o aparelho é uma salvaguarda", comemora.(C.P.)





