Em dois meses de operações, as ações previstas pelo Coer foram superadas em praticamente 50%, segundo o coronel Antonio Carlos de Paula Ribas. Ele destaca que a expectativa era de 45 a 50 ações no período. O registro oficial, no entanto, foi de 84 operações. ‘‘Isso mostra a necessidade de mais unidades’’ comentou Ribas. Em Londrina, no entanto, a primeira operação com a utilização do helicóptero foi um fiasco. A equipe áerea só chegou ao local da operação policial dez minutos depois que os suspeitos foram presos.
  Formado atualmente por 18 pessoas, sendo oito pilotos, o grupo do Centro de Operações Aéreas (Coer) atua em serviços especiais como a localização de fugitivos, acompanhamento de eventos e manifestações públicas, resgate de reféns, salvamentos e combate ao tráfico. Os helicópteros tem capacidade para sete pessoas e são equipados com rádio, aparelhos hospitalares, equipamentos de resgate e combate a incêndios.
  Na época do lançamento do Coer, o secretário de Segurança, José Tavares, disse que o trabalho desenvolvido por um helicóptero equivale ao de 35 viaturas e que o campo de visão de um policial que está em vôo seria 15 vezes maior de quem está em terra.

mockup