Bairro também tem queixas
O presidente da associação, Ewérton Cangussu, sabe que não vive na ''Ilha da Fantasia'' e começa a relacionar as aflições comuns dos moradores do Guanabara. O trânsito na Rua Bento Munhoz da Rocha Neto, que margeia a face sul do Igapó 2, é considerada uma via muito rápida para seu gosto.
''É uma rua que passa em frente a clínicas, pediátricas inclusive, e escola. O fluxo tem que ser mais vagaroso'', avalia Ewérton Cangussu. O dentista disse que cansou de reclamar na Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). Ele já se reuniu com vereadores para ganhar força política e conseguir a instalação de tachões que inibam as altas velocidades.
Outra queixa é o polêmico cruzamento da via com a Rua João Wyclif, ligação alternativa para o Catuaí Shopping. ''Queremos que seja instalado um semáforo. A sinalização horizontal se mostrou insuficiente''.
A intensa movimentação noturna na Avenida Higienópolis e de parte da Avenida Madre Leônia Milito traz outros dois problemas. O mais importante é a poluição sonora. ''Estão desrespeitando a lei, os estabelecimentos precisam fazer tratamento acústico do ruído. Ninguém é contra a agitação noturna, mas os proprietários têm que agir com mais responsabilidade''.
O segundo problema é a presença de arrombadores de carro. ''O bairro se tornou foco de atenção desta gente''. Os arrombamentos e assaltos a casas, que chegou a fazer nove vítimas em uma semana, foi temporariamente controlado com a contratação de uma ronda particular.





