Sem obedecer a um padrão único, as calçadas de Foz estão entre as mais irregulares do Estado. Suas medidas variam entre três e seis metros de largura. Há ruas sem calçadas ou com calçadas estreitas, inferiores a três metros.
O planejamento da área urbana sofreu interferências diversas e, apesar de ter acompanhado o crescimento demográfico, encontrou dificuldades no reordenamento da cidade.
Para ficar bonita e fazer jus à condição de segundo pólo de atrações nacionais e terceiro parque hoteleiro do País, Foz tem várias perspectivas de mudanças.
Elas foram mote de campanha do recém-empossado prefeito, Harry Daijó (PPB). Ele prometeu uma ‘‘cidade mais feliz’’.
Administrações anteriores tentaram campanhas de conscientização, apelando ao bom senso da população, no sentido de melhorar as posturas.
Os prefeitos ofereciam descontos no pagamento do IPTU ao contribuinte que construísse ou reformasse sua calçada. Não conseguiram êxito.
Portões eletrônicos também situam-se entre os problemas graves na área central.
Se o pedestre não prestar atenção, também pode ferir-se, porque eles ficam quase sobre as calçadas e a maioria não tem sinal sonoro ou luminoso.
Daijó; o vice, Paulo Mac Donald (PDT); o comandante do 14º Batalhão da Polícia Militar, coronel Joaquim Pedro da Silva; e o superintendente da Guarda Municipal, coronel da reserva César Zelinski, prometem se reunir para disciplinar o estacionamento.

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