Quando recebeu a tarefa de fazer um desenho para o Calçadão de Londrina, o arquiteto Hely Brêtas Barros lembra que o secretário de Obras da época informou que a matéria prima da obra viria em dois lotes de pedras portuguesas - um preto e outro branco.

O arquiteto contou que foi até sua prancheta e iniciou alguns esboços. ''Gosto das correntes entrelaçadas e esta foi a minha proposta'', afirmou Brêtas, que hoje lamenta o resultado da reforma no local. "Quem olha este Calçadão não identifica Londrina. São Paulo tem um padrão de piso, Copacabana tem outro e Londrina também tinha."

Brêtas também fez críticas à manutenção que a prefeitura fazia no petit pavet, além da durabilidade do piso atual que, segundo ele, não pode ser comparada à das pedras portuguesas. Saiba mais sobre a análise do arquiteto na reportagem de Michelle Aligleri

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