O aumento do número de pessoas pedindo esmolas nas ruas de Maringá está preocupando empresários da cidade. Para discutir o problemas, diretores da Associação Comercial e Industrial de Maringá reuniram-se com a presidente da Fundação Social de Maringá, Telma Maranho. Ela disse que a presença de crianças e adultos nas ruas é maior nos últimos dias devido aos programas desenvolvidos pela prefeitura, que ‘‘não visam apenas devolver os excluídos aos municípios de origem, mas sim incluí-los em projetos de proteção e apoio’’.
Segundo Telma, a Fundação Social quer formar uma rede de proteção aos excluídos e de inclusão social. ‘‘Seria até fácil pegarmos essas pessoas e levarmos para as suas cidades de origem. Mas antes disso fazemos contato com os municípios da região para os excluídos sejam encaminhados através de programas de apoio e integração à sociedade.’’
Segundo Telma, é difícil estimar o número de pedintes que vive diariamente nas ruas da cidade. ‘‘É muito variável. Tem dia que são 10 crianças e outro só uma ou outra.’’ Com relação à população adulta, a média de pedintes é de 150 pessoas por mês. ‘‘Cerca de 50% dessas pessoas só estão de passagem por Maringá e querem apenas uma ajuda para voltar às suas cidades de origem.’’
A presidente da Fundação
afirmou que muitas pessoas são de Sarandi e Paiçandu - cidades consideradas dormitórios de Maringá.

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