O mapeamento realizado pela Divisão de Controle Epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde, na última semana, apontou que focos do mosquito ‘‘Aedes aegypti’’, transmissor da dengue, estão presentes em 32% da área total do campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Em épocas de atividade normal, esse número fica abaixo de 5%.
A Prefeitura do campus fez convocação em regime de urgência, na terça-feira, para que 12 servidores fossem realizar o trabalho de eliminação dos focos, mas ontem, devido à paralisação, somente quatro funcionários compareceram. Com isso, o serviço de limpeza previsto para durar dois dias deve demorar pelo menos uma semana.
Segundo o prefeito do campus, Francisco Morato Leite, a velocidade na eliminação dos focos é importante, ‘‘porque a demora pode piorar a situação’’. Em face do não comparecimento dos servidores necessários, Morato Leite enviou ofício ao comando de greve local, ontem, solicitando que mais servidores sejam liberados para a tarefa de combate aos focos do mosquito.
Segundo a assessoria de imprensa da UEL, a direção da Universidade está preocupada com a situação, porque com a greve, muita sujeira ainda se acumula em toda a área do campus e o mato não pára de crescer. Larvas do mosquito foram encontradas em latas, copos plásticos, garrafas, galhos e flores com água acumulada.

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