Atores da Turma do Lambe-Lambe viram oito objetos
Arquivo FolhaCena relâmpagoDaniel Azulay e a Turma do Lambe-Lambe: visão de menos de um minuto, sem tempo para fotografiasOvnis foram avistados na mesma região em 6 de agosto de 1982 por atores que formavam a Turma do Lambe-Lambe. O grupo de atores apresentava programa infantil na Rede Bandeirantes, liderado por Daniel Azulay. Os 18 integrantes do grupo, com idade entre 14 e 54 anos, retornavam de apresentações no Sudoeste do Paraná, em um ônibus próprio, que trafegava pela BR-277 quando, por volta das 23 horas, surgiram oito objetos, um de tamanho maior que os demais, com luzes de cor vermelha, laranja e amarela.
Todos os atores correram para as janelas para verem os Ovnis durante menos de um minuto. Depoimentos dos avistadores foram quase idênticos. Apenas um acrescentou ter visto a cor azul nas luzes. Daniel Azulay reproduziu as imagens mais tarde em desenho de próprio punho, que passou a exibir na televisão. Ele disse que só não viu o desaparecimento dos objetos porque aconteceu de forma surpreendentemente rápida enquanto ele tentava pegar uma máquina fotográfica.
Segundo Azulay, o que foi avistado não poderia ser confundido com aeronaves regulares, balões, fogos de artifício ou cometas. Os objetos se deslocavam na mesma posição e direção, inclusive fazendo curvas. Ele e outros relataram que atrás dos objetos, que estavam aproximadamente a 300 metros de altura mas bem definidos em suas formas arredondadas, havia riscos, como linhas de neon. Sônia Israel, que era a coordenadora de produção do grupo artístico, disse que havia rabichos bem diferentes de riscos de cometas.
O que a Turma do Lambe-Lambe avistou foi visto na mesma ocasião por várias outras pessoas da região e entre as que deram depoimento estavam Marly dos Santos, secretária da sucursal de Cascavel da Folha de Londrina e hoje telefonista da Telepar, e o empresário Aristides Pereira da Silva. Na mesma noite e horário, Ovnis foram vistos às margens do Lago Igapó, em Londrina. Um dos depoentes foi o advogado José de Alencar Soares Cordeiro. Faço este depoimento superando o receio de ser ridicularizado, disse ele à Folha.





