Segundo o delegado do Conselho Regional de Medicina (CRM), José Eduardo Siqueira, ‘‘a avaliação do paciente, mesmo que seja na porta de um pronto-socorro, já é um ato médico e tem que ser realizado por quem tem competência’’. ‘‘O ato médico não é so receitar, pedir exames, é avaliar para ver se é urgência ou não’’, afirmou Siqueira à reportagem da Folha.
‘‘Se chega uma pessoa com dor no peito, como é possível alguém que não tem formação médica triar se é urgência ou não?’’, questionou o delegado o CRM. ‘‘Alguém tem que ter discernimento, informação, e decidir se deverá ser feito exame ou não.’’

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