Conforme a coordenadora de projetos do Núcleo Regional de Ensino de Londrina, Gláucia Cristina Bonora, o Programa Escola Aberta foi idealizado pelo governo federal para beneficiar apenas escolas de regiões metropolitanas. No Paraná, apenas a RM de Curitiba seria contemplada, mas Londrina e Apucarana também acabaram inscrevendo escolas no projeto.
Em Londrina, o Colégio Estadual Ana Molina Garcia é único a participar do programa. Em Apucarana (Norte), há 15 dias o Colégio Estadual São Bartolomeu deu início às oficinas e na Capital do Estado, outras dez escolas estaduais já integram colégio e comunidade.
Segundo Gláucia, o recurso varia de acordo com o porte da escola e o número de alunos e é destinado ao pagamento dos oficineiros e compra de materiais para as aulas. ''Após um ano, a direção do colégio deve fazer uma prestação de contas por meio de relatórios e o governo avalia se o programa é viável ou não'', explicou a coordenadora. Ela será os olhos e ouvidos do Núcleo dentro do Colégio Ana Molina e fiscalizará as oficinas aos sábados e domingos.
Para ela, participar do Escola Aberta irá valorizar a escola Ana Molina. ''Além de aprofundar o conhecimento, já que os alunos farão um trabalho vinculado à parte pedagógica, as oficinas vão contribuir para evitar a violência escolar'', disse a coordenadora, assinalando que a experiência é nova até para o Núcleo.
''Em Curitiba, o programa já funciona em algumas escolas há três anos e tem dado certo, pois têm ocorrido renovações. Acredito que com a divulgação do programa, outras escolas do Estado vão procurar se inscrever.'' (M.G.)

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