Quatro amigos saíam do Bar Recanto, próximo à Cinelândia, na Rua Visconde de Nacar. Entre eles, João Antônio Chaves foi pegar os documentos para mostrar ao vigia de uma boate que havia lhe dado voz de prisão. Era o sargento da Polícia Militar Dirceu de Almeida Ferreira, lotado no Centro de Comunicação do Interior, que estava de folga e fazia um ‘‘bico’’. Ferreira não quis esperar para ver o que João iria retirar da roupa: disparou. O tiro atingiu a testa de João, que morreu no local. O sargento respondeu uma sindicância, que não conseguiu provar a autoria do homicídio. No 1º Distrito Policial, uma investigação ainda não concluída tem como indiciado o sargento.

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