A entrada em operação do Aterro Sanitário Norte, em Rio Branco do Sul, pretende desafogar o volume de lixo que entra hoje no aterro da Caximba. O futuro aterro terá uma vida útil de 50 anos e será construído na localidade de Campina dos Cascos. O terreno é muito acidentado e não pode ser aproveitado para a agricultura nem para a criação de gado.
O aterro vai abranger uma área de 40 hectares. Na primeira fase, ocupárá apenas metade do terreno e terá vida útil de sete anos. A segunda fase compreende a utilização de 30 hectares por mais 20 anos e a última abrange toda a área por mais 23 anos.
A carga prevista será de 600 toneladas de lixo por dia. Maria Cristina Lima, uma das coordenadoras que integra o setor de tratamento de resíduos sólidos urbanos da Comec, diz que os aterros sanitários não podem ser considerados um tecnologia atrasada.
Lima argumenta em ‘‘A Batalha da Limpeza Pública’’ que qualquer outra solução custaria até três vezes mais. A escolha do local observou critérios como a escolha de uma área que fique distante da bacia do Iguaçu e do lençol freático. Haverá monitoramento constante das águas subterrâneas, do chorume e da qualidade do ar. (D.V.)

mockup