A dona de casa Maria da Penha Ibiapino de Almeida, moradora do Jardim Leonor (zona oeste de Londrina), reclama do procedimento adotado pela Autarquia Municipal do Ambiente (AMA). Ela conta que telefonou para a autarquia pedindo a poda de uma árvore, mas foi informada que teria que fazer a solicitação pessoalmente. O diretor-operacional da AMA, Júlio Bittencourt, acredita que houve um equívoco.
Maria da Penha explica que existe uma árvore em frente à sua casa que encobre a iluminação pública. ‘‘Eu tenho que deixar a lâmpada da varanda acesa porque quem passa pela rua não enxerga nada’’, afirma. Ela conta que telefonou para a Copel, relatando o problema, e foi orientada a telefonar para a AMA, pedindo a poda da árvore.
‘‘Liguei para a AMA umas três vezes e me falaram que eu teria que ir pessoalmente preencher um requerimento’’, conta. Ela ressalta que não tem carro e que desconhece onde é a sede da autarquia. ‘‘Para mim é complicado sair daqui’’, reclama. A autarquia fica no parque Arthur Thomas (zona sul).
Maria da Penha ressalta que o problema está se agravando a cada dia que passa e quer providências urgentes. ‘‘Daqui a pouco, todo mundo vai ter que andar na rua com uma lanterna na mão, porque não vai dar para enxergar nada.’’
Júlio Bittencourt afirma que o cidadão precisa ir até a AMA preencher e assinar o requerimento no caso de solicitar a erradicação de uma árvore. ‘‘No caso de poda, o pedido pode ser feito mesmo por telefone’’, afirma. Ele acredita que houve um equívoco do funcionário que atendeu a dona de casa e diz que vai averiguar o caso.

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