Londrina - Para as famílias cujos filhos são atendidos na APS-Down, a manutenção da instituição é fundamental. A professora Luzia Balduino da Silva Araújo é mãe de Mariana, de 3 anos. A menina frequenta a creche Haydée Colli Monteiro e também as sessões de fisioterapia, fonoaudiologia, entre outras, na APS-Down.
"O bom que uma coisa é ao lado da outra, fica mais fácil para ela frequentar os atendimentos. Graças à instituição ela está falando e já pega sozinha as coisas que quer comer. O trabalho é muito bom", conta Luzia.
A atendente Graciele Aparecida Dias também leva a filha Júlia, de 6 anos, duas vezes até a APS-Down para atendimento. Ela diz que ficou sabendo na hora do parto que a menina tem Síndrome de Down e precisaria de cuidados especiais.
"Levei um susto quando soube. Fui encaminhada para uma cardiologista e ela me indicou a instituição. Eles me deram apoio e o atendimento foi muito importante para ela. Inclusive, quando ela não vem, sente falta. Eu não teria condições de pagar pelo atendimento", explica. (E.G.)

mockup