Associações buscam financiamento
O presidente da União dos Artesãos da Praça Floriano Peixoto (Uniflor), Demindo Florentino, afirmou que as negociações para obtenção de linhas de crédito para os artesãos junto à Caixa Econômica Federal já estão avançadas. De acordo com ele, cada artesão terá um financiamento de R$2 mil para capital de giro, e mais R$5 mil para compra de máquinas.
Florentino confirmou que não há mais resistência entre os artesãos associados com relação à transferência para o Cereal, e que eles estão dependendo apenas da liberação de alvarás para efetuar a mudança. O presidente da Uniflor disse, contudo, que os artesãos não ficaram plenamente satisfeitos com a transferência. ''Perdemos espaço. Tínhamos 2,5m X 3m na praça, e agora teremos apenas 1,7m X 2,5m'', justificou. Florentino comentou ainda o desgaste sofrido com a polêmica que se arrastou por meses. ''A partir da retaliação da prefeitura, nossas vendas cairam 70%''.
A presidente da Associação dos Trabalhadores Artesanais de Londrina (Atal), Neuza Alves Ferreira, comemorou a mudança. ''Para nós foi vantagem. Tínhamos problemas quando chovia e trabalhávamos cada dia em um lugar''. Neuza demonstrou preocupação sobre a continuidade do custeio do aluguel das lojas. ''Esperamos que continue na próxima gestão'', disse. A associação representa 63 artesãos.





