A curto prazo, a Associação das Voluntárias do HU mantém planos modestos: concluir uma pequena reforma na casa (reparos nas instalações elétrica e hidráulica), pintar o imóvel (o HU já se prontificou a pagar a conta) e, se possível, arrumar um telefone, daqueles que só recebem ligações e aceitam ficha telefônica. Até a máquina de lavar roupa, que seria muito útil para a casa, pode ficar para depois.
Mas também existe outro projeto mais ousado, que as voluntárias esperam conseguir concluir no máximo em dois anos: a construção de uma nova sede - onde funcionaria também a casa de apoio -, num terreno doado pela prefeitura próximo ao HU. ‘‘Temos um fundinho de reserva para começar a construção. E, no final, para ajudar, colocaremos essa casa à venda’’, explicou Telles.
A poupança da associação é de cerca de R$ 15 mil, levantados às custas de muita promoção e economia, sobretudo nos últimos 10 anos. A planta da nova sede já foi prometida por um engenheiro da cidade e o grupo espera que em dois anos já esteja com a mudança no caminhão. Lá, a idéia é construir uma casa de apoio com pelo menos 20 leitos e muito mais conforto. (L.H.)

mockup