Associação defende tratamento alternativo
PUBLICAÇÃO
sábado, 17 de maio de 1997
Da redação 
J.PedroCONSCIENTIZAÇÃOIntervenção mostra importância de não se excluir o deficiente mentalEm busca de alternativas para o tratamento de deficientes mentais, a recém-criada Associação Londrinense de Saúde Mental realizou ontem no Calçadão o Dia Nacional da Luta Antimanicomial. Foram distribuídos 400 panfletos e feita uma intervenção falando sobre a importância de não se excluir o deficiente mental da sociedade.
Adélia Fargotti Buramelli, membro da associação, explica que ainda existe muito preconceito da comunidade em falar sobre deficiência mental. O preconceito é tanto que as pessoas, muitas vezes, negam-se até a pegar o panfleto, diz.
A proposta da associação é divulgar as alternativas existentes para o tratamento de deficiente mental. A presidente da associação, Marina Isabel Martins, explica que em muitos casos a pessoa que está com algum problema mental não necessita do internamento. Muitas vezes só piora o caso, alerta. Ela diz que as pessoas devem recorrer primeiro aos diversos serviços municipais criados pela prefeitura. Entre eles, o Núcleo de Atenção Psicossocial (NAPS-Conviver).


