Imagem ilustrativa da imagem Associação de condomínios substitui 70 placas de rua na Gleba Palhano
| Foto: Marcus Ginez/ConGP



O ConGP (Associação de Condomínios Residenciais e Comerciais da Gleba Palhano) realizou no último fim de semana a substituição de 70 placas de rua em 35 esquinas da Gleba Palhano, zona sul de Londrina. Além das placas, também foram substituídos 19 postos, sendo 16 reaproveitados.

Conforme o presidente do ConGP, Marcus Ginez, este é um novo modelo de placa. "Este é um modelo piloto que visa a expansão para toda a cidade. São placas com maior visibilidade e letras legíveis, as quais são possíveis identificar as ruas com maior facilidade. Além disso, são separadas por cores diferentes, conforme a zona que o bairro pertence. As cores foram baseadas na rosa dos ventos", apresentou.

Foram colocadas novas placas em toda a extensão das ruas João Wyclif e Ernane Lacerda de Athayde, além da Avenida Ayrton Senna da Silva e no trecho entre a Madre Leônia Milito e Lago Igapó. "Já estamos providenciando as demais placas e postes para as demais ruas. Com a união e adesão dos condôminos, conseguiremos atingir o objetivo de todos."

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| Foto: Marcus Ginez/ConGP



As substituições das 70 placas e instalação dos novos postes foram realizados no sábado e domingo (25 e 26) em uma equipe de quatro pessoas, incluindo o presidente da associação. "As mudanças foram custeadas 100% pelo ConGP. Nós damos essa contrapartida de benefícios, não só a arrecadação. Nós percebemos a ausência de placas em algumas ruas do bairro e também quisemos fazer a manutenção daquelas que foram deterioradas com o tempo. A associação investiu entre R$ 16 mil e R$ 18 mil para realizar as mudanças. Este é um projeto piloto e cada associação dos demais bairros da cidade também pode se unir para fazer as substituições das placas", explicou.

O projeto para substituição de placas de rua já havia sido proposto pelo ConGP ao vereador Felipe Prochet (PSD). O projeto foi enviado às comissões de Justiça, Legislação e Redação, em maio do ano passado. "O ConGP propôs o projeto e eu tentei levar para a Câmara Municipal para discussão. Passou pelas comissões, mas senti que estava tendo uma dificuldade e resolvi retirar. Quando eu propus foi porque na lei do Município diz que pode fazer qualquer tipo de placas, mas que dê preferência para a atual. No entanto, são encontradas placas verdes, azuis, brancas, grandes e pequenas, ou seja, fora dos padrões. O ConGP fez as alterações e agora vamos esperar para ver como será a aceitação. Após isso, posso colocar o projeto novamente em pauta para que as mudanças possam ser feitas nos demais bairros, afirmou o vereador.

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| Foto: Marcus Ginez/ConGP



"A substituição foi feita por conta própria, ressalvando que foi realizada com base na legislação e código de conduta que diz respeito às placas da cidade", disse Ginez. De acordo com Prochet, não é necessário encaminhar ofício para realizar essas alterações. "Quando o terreno é parcelado para residência ou alguma coisa, sempre a incorporadora tem que fornecer já com as placas. Seria obrigação do Município também colocar nos outros locais que não têm as placas por terem sido entregues antes da lei. O que o ConGP está fazendo, que propôs, é uma alteração baseada no estudo do Pedro Massa sobre a rosa dos ventos, sobre as cores que diferenciam os locais e também a letra que não é similar. Por exemplo, a letra 'i' maiúscula com a letra 'l' minúscula, que no caso, a letra que é usada atualmente causa essa confusão. Acho o projeto bem bacana e inovador pelo uso das cores como forma de localização", ressaltou.

De acordo com o estudo baseado na rosa dos ventos, as placas da região central teriam a cor azul; na zona sul a cor é verde; na zona norte, vermelho; zona leste, roxo; e na zona oeste, laranja, "preferencialmente realizadas com chapa composta de plástico reciclado na cor branca, predominando PET reciclado, com corte especial, dupla face, fundos e letras adesivados com vinil refletivo", conforme trecho disponível na emenda nº 1 ao projeto de lei.

Em 6 de junho de 2011, alguns artigos foram acrescentados à Lei nº 7.631, de 30 de dezembro de 1998, "que estabelece normais para a nomenclatura e a colocação de placas nos bairros, loteamentos, vias, praças, logradouros, próprios e outros bens públicos de qualquer natureza do Município de Londrina".

Conforme o artigo 8º B, "em todas as esquinas o Executivo Municipal deverá instalar na calçada, sinalização vertical com placa contendo o nome da respectiva via pública; e nos postes de iluminação pública, placa contendo o nome da respectiva via pública, desde que haja prévia autorização da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel)".

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