ASSISTÊNCIA SOCIAL - Família Acolhedora: um convívio de amor
A desestrutura familiar ocasionada por diversos fatores sociais, como o desprezo dos próprios pais e dependência química, pode levar à retirada da criança ou do adolescente da família de origem. Quando isso ocorre, elas são encaminhadas aos lares e abrigos de Londrina. Porém, um programa iniciado em 2007 pela rede de Assistência Social surgiu justamente para que essa realidade se transforme. Antes intitulado de Guarda Subsidiada, o projeto passou a ser chamado de Família Acolhedora, com a nova lei de adoção de 2009.
A Família Acolhedora surgiu para tentar resolver uma situação de retirada de crianças e adolescentes dos abrigos e das casas lares, dando a elas uma oportunidade de conviver durante um período ou quem sabe até o resto da vida, dentro de uma família substituta, explicou o juiz da Vara da Infância e Juventude, Ademir Ribeiro Richter, que participou do lançamento da campanha de divulgação do projeto.
Segundo a assistente social Maria Ângela Santini, do serviço de Acolhimento Social, a intenção da campanha é apresentar à comunidade a nova filosofia de trabalho com crianças e adolescentes e, com isso, aumentar o número de acolhedores. Hoje, em Londrina temos 60 famílias no programa. Cerca de 30 são acolhedoras e as demais são de origem, pois nosso trabalho tem a intenção de retornar a criança para o seu meio, disse ela, ao ressaltar que é feito um repasse de R$ 250 para cada família acolhedora, mas que também há as voluntárias.
● É uma doença crônica, com busca e consumo compulsivo de drogas
● Profissional que atua na formulação, execução e avaliação de políticas sociais que visem a ampliaçãodos direitos humanos





