Assassinato de Rachel sem solução após 2 meses
PUBLICAÇÃO
sábado, 03 de janeiro de 2009
Marcela Rocha Mendes<br>Equipe da Folha 
Curitiba - O assassinato da menina Rachel Genofre, de 9 anos, continua sem solução após dois meses. Desaparecida no dia 3 de novembro, quando voltava sozinha da escola, o corpo da menina foi encontrado dentro de uma mala na Rodoferroviária de Curitiba, no dia 5 do mesmo mês. Exames mostraram sinais de estrangulamento e comprovaram que a menina foi abusada sexualmente.
Um suspeito chegou a ser preso e outros tiveram o DNA analisado em exame de compatibilidade com o material genético encontrado no corpo de Rachel. Não houve confirmação em nenhum dos casos e, até hoje, a polícia não chegou à conclusão sobre o autor.
De acordo com o avô materno da menina, Walfrido Cordeiro de Oliveira Lima, a família tem acompanhado de perto as investigações. Em reuniões semanais, são discutidos detalhes da apuração. Lima acredita que a polícia tem avançado, mas diz que há muitas barreiras.
Segundo o pai de Rachel, Michael Genofre, a família prefere manter os pés no chão nesse momento. Ele diz não aumentar as expectativas com novas suspeitas. "Só ficaremos aliviados após o assassino ser preso e julgado", afirmou.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública e o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) informaram que várias equipes atuam nas investigações que correm em sigilo.


