Assalto
A polícia de Colorado (85 km ao norte de Maringá) ainda não tem pista dos dois homens que assaltaram o entreposto da cooperativa Cocafe na cidade. O veículo usado para a fuga, um Volks com identificação nas portas, foi abandonado em Rejente Feijó (SP). A carga de produtos veterinários e defensivos agrícolas, avaliada em R$ 25 mil, não foi localizada. O assalto começou por volta das 19 horas de anteontem, quando dois homens armados com um revólver e uma faca entraram no entreposto e renderam o guardião Manoel Vicente de Souza. Segundo o vigia, os homens pediram dinheiro, mas sem condições de arrombar o cofre retiraram os bancos traseiros do Volks e levaram vários produtos agropecuários, além de um revólver calibre 38.
Produtos à venda
Produtos fabricados por crianças atendidas pelo Centro de Assistência e Orientação ao Menor de Cascavel (Caom) estão sendo expostos e comercializados no salão térreo da prefeitura. Bordados, peças para cama, mesa e banho, pequenos móveis e material de limpeza, entre outros, são vendidos a preços inferiores aos de mercado, revertendo em recursos para o Caom, mantido pelo município.
Donativos
O Provopar de Cascavel recebeu 11,7 mil peças de roupas e 120 cobertores, arrecadados em campanha promovida pela entidade, com apoio de outras organizações públicas e privadas. A arrecadação aconteceu basicamente em escolas da cidade. Os donativos já começam a ser repassados à famílias carentes cadastradas pelo Provopar.
Radar
Pelo menos 15 motoristas foram flagrados em velocidade acima do limite permitido, nas primeiras operações com radar feitas pelo pelotão da Polícia Militar no centro de Umuarama, esta semana. A fiscalização com radar vai substituir os quebra-molas que estão sendo retirados das ruas e avenidas por exigência do Código de Trânsito. Segundo o comandante do Pelotão de Trânsito, tenente Luis Carlos Martins, esta semana os motoristas estão sendo apenas orientados a respeitar os limites de velocidade. A partir da próxima semana os infratores começam a ser multados.
Serviços
A Procuradoria Jurídica da Universidade Estadual de Maringá (UEM) pretende caçar autorizações de alguns serviços repassados para centros acadêmicos. A decisão foi tomada depois que um dos beneficiados anunciou, na imprensa local, a venda de espaço para a instalação de uma copiadora dentro do câmpus. ‘‘O que é ilegal’’, alertou o procurador jurídico da UEM, Wadson Nicanor Peres Gualda. Ele advertiu ainda que qualquer serviço a ser explorado dentro da instituição precisa passar pela Procuradoria Jurídica. ‘‘Os centros não podem de forma alguma cedê-los a terceiros’’. Por deliberação do CAD, a procuradoria pretende retomar os espaços ocupados pelos serviços cedidos. A universidade deve abrir processo licitatório para que todos os interessados participem em condições de igualdade.
E-mail
Pautas, sugestões e críticas para a ‘‘Folha Cidades’’, da Folha do Paraná/Folha de Londrina podem ser enviadas para o e-mail [email protected]

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