Leandro TaquesEx-presidiário, Itamar de Souza foi surpreendido pela polícia um dia depois de roubar um Monza. Os policiais acharam suspeito que um automóvel Citroen estivesse rebocando um Monza às 4 horas da manhã, na Cidade IndustrialO ex-presidiário Itamar Aparecido de Souza, de 33 anos, abusou da ousadia durante um roubo de automóvel e acabou sendo preso na madrugada dessa terça-feira, em Curitiba. O caso teve início na Vila Fani por volta das 9 horas de segunda-feira, quando Souza abordou com um revólver 38 o comerciante Arivonil Meigarecho, que trafegava com seu automóvel Monza pelo local. Depois de roubar o veículo, Souza fugiu. A polícia foi avisada do crime em seguida.
O assaltante acabou sendo localizado por acaso, durante uma ronda na Cidade Industrial de Curitiba. Os policiais acharam suspeito que um automóvel Citroen estivesse rebocando um Monza às 4 horas da manhã, na terça-feira. Quando os policiais se aproximaram do veículo, Souza (que conduzia o Citroen) se entregou à polícia, enquanto seu cúmplice Adriano Ribeiro (no Monza), conseguiu escapar a pé, depois de uma troca de tiros com os policiais. Levado para a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, Souza foi autuado em flagrante por roubo de automóvel, devendo aguardar seu julgamento na prisão.
Horas depois, Adriano Ribeiro foi capturado por uma equipe do Grupo Especial de Repressão a Roubo a Banco e Transporte de Valores (Gerab). Ribeiro, fugitivo da Colônia Penal Agrícola, em Piraquara (Região Metropolitana de Curitiba) - onde cumpria pena por assalto a banco - estava envolvido em uma série de assaltos a estabelecimentos comerciais e postos de gasolina.
Sem motor - A recuperação do automóvel, que deveria ser motivo de alegria para o proprietário do Monza, Ariganil Meigarecho, foi um choque. Ao comparecer até a delegacia para retirar seu veículo, o comerciante encontrou o carro sem motor, que já havia sido retirado pelos assaltantes. A polícia também apurou que o Citroen que foi usado para rebocar o Monza também era de procedência duvidosa. O carro teria sido comprado numa operação de estelionato, na qual estaria envolvido um terceiro cidadão ainda não identificado pela polícia.

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