Os oito asilos irregulares de Londrina que estavam com notificação de interdição apresentaram defesa na Vigilância Sanitária. A casa de repouso que foi desativada há cerca de uma semana e transferida para Rio Bom (45 quilômetros ao sul de Apucarana), também enviou documentação se defendendo. A dona do abrigo, Maria Aparecida Walter, tinha sido multada pela vigilância em R$ 15 mil, por reincidência.
O chefe da vigilância, Marcelo Viana de Castro, informou que toda a documentação apresentada será analisada em cerca de 20 dias. ‘‘Pela lei os proprietários podem ter mais esse prazo.’’ Nesse período, disse Castro, os asilos que pretendem continuar trabalhando nesse setor, podem se adequar. Se os asilos forem readequados, as multas aplicadas podem ser reavaliadas.
Nos oito asilos que estavam em processo de interdição moram cerca de 100 idosos. A prefeitura não tem ainda lugar definido para todos. Na cidade, quatro asilos filantrópicos já abrigam mais de 200 idosos. A Secretaria do Idoso deve fazer contato com as famílias, em caso de fechamento das casas.
No asilo que se transferiu para Rio Bom sem avisar a vigilância, moravam, segundo a secretaria do Idoso, 15 idosos. Cinco deles foram para uma casa alugada em Rio Bom.

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