A má conservação do pavimento asfáltico tornou-se um tormento para quem precisa caminhar ou trafegar pelas vias urbanas. As condições precárias impõem obstáculos a pedestres, motoristas e ciclistas de pequenas, médias e grandes cidades do Norte e Noroeste do Paraná que, diariamente, enfrentam buracos de todas as dimensões para chegar aos seus destinos.

Resultado da falta de manutenção, o problema causa prejuízos financeiros e físicos a quem não consegue desviar dos trechos mais danificados. Despesas com conserto dos veículos, risco de quedas e acidentes são as principais reclamações da população das cidades que convive com as ruas esburacadas.

Londrina, Arapongas e Rolândia, no Norte, e Maringá e Sarandi, no Noroeste, foram visitadas pela reportagem da FOLHA na última semana. Em maior ou menor proporção, foi possível constatar que os buracos existem e atrapalham a rotina de quem tem de enfrentá-los para sair ou chegar em casa.

Leia reportagem especial sobre buracos de rua na edição de amanhã da FOLHA.

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