Artenge vai executar obras
de transposição da Maringá

Lino Ramos
De Londrina
A Construtora Artenge, de Londrina, foi escolhida pelo município para construir a transposição sobre o aterro do Lago Igapó 2, ligando a Avenida Maringá com a Rua Bento Munhoz da Rocha e futuramente com a Avenida Madre Leonia Milito, através da Rua João Wiclif, que será aberta.
De acordo com o secretário de Obras de Londrina, José Righi de Oliveira, o preço máximo determinado em edital era de R$ 578 mil e atraiu mais de 20 empresas de todo o país. A Artenge foi escolhida pela proposta de realizar a obra em 150 dias a um custo de R$ 450 mil.
As construtoras derrotadas têm até sexta-feira para questionar o resultado da licitação e, se não houver recurso, o secretário José Righi de Oliveira acredita que a transposição poderá ter início em dezembro. ‘‘Como os envelopes foram abertos na última sexta-feira, até segunda-feira que vem o prefeito tem condições de homologar o resultado. Na primeira quinzena de dezembro o empresário teria condição de dar a ordem de serviço’’, explicou.
A obra completa da transposição abrange uma rotatória na Joaquim de Matos Barreto com a Avenida Maringá, a elevação do aterro em 1,5 metro com 12 mil metros cúbicos de terra e duas pistas duplas para a transposição até a Bento Munhoz da Rocha.
A Artenge ainda terá de construir uma calçada com cerca de dois quilômetros, margeando o lago até a Avenida Higienópolis. ‘‘Se correr tudo bem, até maio esta obra ficará pronta’’, aposta o secretário de obras.
A prefeitura também espera abrir a Rua João Wiclif, ligando a Maringá e a Madre Leônia, até julho do ano que vem. Righi de Oliveira disse que o município aguarda os donos de terrenos repassarem à prefeitura o termo de imissão de posse para iniciar a obra em dezembro.
A João Wiclif terá 540 metros de extensão e 14 de largura. A obra de abertura e pavimentação da via está orçada em R$ 400 mil. O projeto contempla a pavimentação de ruas transversais, num investimento total de R$ 800 mil.
De acordo com o secretário municipal, a obra será executada pelo Plano Comunitário, onde os proprietários dos lotes pagarão 70% do custo total do projeto.

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