O Cal­ça­dão da Ave­ni­da Pa­ra­ná, no Cen­tro de Lon­dri­na, não abri­ga­rá ­mais quios­ques. No iní­cio de 2010, quan­do os an­ti­gos quios­ques(al­guns ins­ta­la­dos há ­mais de 30 ­anos) co­me­ça­ram a ser de­mo­li­dos, a in­ten­ção da pre­fei­tu­ra era de rea­li­zar uma li­ci­ta­ção pa­ra a cons­tru­ção de no­vas uni­da­des. Ao to­do fo­ram de­mo­li­dos 37 quios­ques, sen­do que ape­nas um con­ti­nua fun­cio­nan­do – o pro­prie­tá­rio ob­te­ve li­mi­nar na Jus­ti­ça.
Ao jus­ti­fi­car a de­ci­são, o pre­fei­to Bar­bo­sa Ne­to dis­se que a ‘‘po­pu­la­ção de Lon­dri­na apro­vou o Cal­ça­dão ­clean, li­vre de ­obstáculos’’. Nos pró­xi­mos ­dias de­ve co­me­çar a ter­cei­ra eta­pa da re­for­ma no lo­cal (en­tre a rua ­João Cân­di­do e ave­ni­da São Pau­lo), que pre­vê a subs­ti­tui­ção do pi­so pe­tit-pa­vet por pa­ver, a cons­tru­ção de ga­le­rias pa­ra ­águas plu­viais, e subs­ti­tui­ção do mo­bi­liá­rio e ilu­mi­na­ção pú­bli­ca.
A me­di­da de não cons­truir ­mais quios­ques foi apro­va­da pe­lo pre­si­den­te da As­so­cia­ção Co­mer­cial e In­dus­trial de Lon­dri­na (­Acil), Ni­val­do Ben­ve­nho, e pe­lo vi­ce-pre­si­den­te do Sin­di­ca­to de Ho­téis, Ba­res, Res­tau­ran­tes e Si­mi­la­res, Al­zir Boc­chi. Po­rém, en­tre os lon­dri­nen­ses ou­vi­dos pe­la re­por­ta­gem, a de­ci­são não é con­sen­so.



● Um quiosque (do francês kiosque, derivado do turco ksk, do persa kosk que significa pavilhão) é uma pequena construção aberta por todos os lados, erigida em lugares públicos


● É uma ordem judicial provisória

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