A comunidade árabe da fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina reagiu ontem, com uma carta entregue ao ministro da Justiça brasileiro, Íris Rezende, às suspeitas do governo argentino de que a região seria um esconderijo de terroristas islâmicos do grupo Hizbollah. Os argentinos atribuem a esse grupo extremista os atentados contra a Embaixada de Israel, em 91, e a uma entidade israelita, em 94. Neste último atentado, morreram 86 pessoas.
A carta da comunidade árabe de Foz do Iguaçu e Ciudad del Este (Paraguai) - que reúne cerca de 10 mil pessoas - foi escrita e entregue por Mohamad Barakat, vereador pelo PPB e secretário municipal de Desenvolvimento Social. (V.D.)

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