A Câmara de Vereadores de Londrina aprovou ontem, em segunda e última discussão, projeto que limita para 60 as centrais de mototáxi na cidade. Pela lei atual, o número de empresas poderia chegar a 75. ''Não haverá expulsão de ninguém, tanto que hoje temos 57 centrais em funcionamento. Estamos apenas garantindo melhor qualidade para os usuários e para o trânsito'', disse a presidente da Associação de Mototáxis do Norte do Paraná, Edimara Adolfo de Oliveira.
Ela disse que pretende sugerir um projeto de lei que limitará em 900 a quantidade de mototaxistas hoje são 870 inscritos na entidade. O projeto aprovado ontem é do vereador Sidney de Souza (PTB). Agora, a matéria será encaminhada ao prefeito Nedson Micheleti que poderá sancionar ou vetar.
Outro projeto aprovado ontem foi o crédito adicional especial de R$ 666 mil (R$ 400 mil do Estado e R$ 265,1 mil como contrapartida da prefeitura) para a construção de dois ginásios de esportes. Um deles será erguido do ao lado da Escola Rina Francovig (zona sul), instituição que gerou polêmica nas últimas semanas.
A obra, que usou recursos da Fundepar, foi iniciada antes que o dono do terreno tivesse oficialmente repassado os direitos à prefeitura. ''O prédio foi construído com dinheiro do Estado. O que aconteceu foi a demora do termo de doação, assinado em setembro de 2001, e o registro do terreno (maio deste ano). Estamos tentando acertar tudo legalmente'', argumentou o secretário de Governo, Adalberto Pereira, referindo-se ao projeto de lei nº 238/02, que atualmente está parado na Câmara.
Também foi aprovado o repasse de R$ 8 mil ao 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM), dinheiro destinado à compra de equipamentos da cozinha. O comandante do 5º BPM, tenente-coronel Rubens Guimarães, e o sub-comandante do Corpo de Bombeiros, Paulo Simon, participaram da sessão.

mockup